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MEIO AMBIENTE | 30/10/2018 às 14h54

Novos produtores rurais aderem ao Programa Manancial Vivo

Na busca por totalizar o número de propriedades rurais engajadas na recuperação da Bacia do Guariroba, o Sindicato Rural de Campo Grande, juntamente com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana (Semadur) e Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb), reuniram produtores rurais interessados na adesão do Programa Manancial Vivo. Na reunião que aconteceu nesta terça-feira (30), na sede do Sindicato, 10 produtores demonstraram interesse, restando apenas 5 para assinar o contrato, do total de 65.

 

Segundo a Associação de Recuperação, Conservação e Preservação da Bacia do Guariroba (ARCP), que também esteve representada na reunião, o objetivo do Programa Manancial Vivo é remunerar e instruir o produtor rural de Campo Grande, que se empenha na recuperação da Bacia. “Nosso objetivo é incluir 100% das propriedades rurais, da região da Bacia do Guariroba, no projeto Manancial Vivo, promovendo soluções conjuntas quanto aos problemas ambientais e produzindo mais água para população urbana e rural”, pontua o presidente ARCP, Claudinei Menezes Pecois.

 

Para o presidente do Sindicato Rural de Campo Grande, Ruy Fachini Filho, é fundamental a adesão para que a pecuária continue evoluindo no quesito sustentabilidade. “No que se refere ao ambientalmente correto, os produtores têm feito a lição de casa. O Programa Manancial Vivo é um estímulo para se empenhar na preservação, pois além dos pagamentos por serviços ambientais realizados nas Áreas de Proteção Ambiental, as propriedades passam a receber visitas técnicas gratuitas para orientações. É um pacote completo e um projeto que merece ser replicado”, afirma Fachini.

 

Os produtores integrantes da ARCP desenvolvem ações desde 1996, ano em que foi criada a entidade na sede do Sindicato Rural de Campo Grande. Desde lá foram implementadas boas práticas em mais de 461,9 hectares, do total de 36,2 mil hectares que abrange o projeto. Cerca de 134 hectares já foram restaurados e a previsão é de que novos 32 hectares sejam restaurados até maior de 2019. Para a recuperação dessas áreas mais de 89 mil mudas de árvores nativas foram plantadas até o momento.

 

Texto e foto: Diego Silva/ Agro Agência e Assessoria

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